A derrubada de imóveis antigos no Centro de Curvelo reacendeu o debate sobre preservação do patrimônio histórico no município.
As construções, algumas com mais de um século de existência, faziam parte da paisagem urbana tradicional da cidade. A demolição provocou manifestações de moradores e defensores da memória cultural, que questionam a ausência de medidas para preservação, como tombamento ou manutenção das fachadas.
Especialistas apontam que a preservação histórica não é apenas uma questão estética, mas também econômica e cultural. Cidades que mantêm seus marcos arquitetônicos tendem a fortalecer o turismo e preservar sua identidade.
Por outro lado, proprietários argumentam sobre custos de manutenção, segurança estrutural e viabilidade financeira dos imóveis antigos.
O episódio levanta uma discussão maior: desenvolvimento urbano e preservação histórica precisam ser inimigos? Ou dá para modernizar sem apagar o passado?
Curvelo cresce, evolui e se projeta. A pergunta que fica é como fazer isso sem perder as próprias raízes.
Com informações do Jornal Estado de Minas

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