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Sectores e áreas que demonstram resistência na geração de postos de trabalho

Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país subiu em janeiro, para 7,6%, a mais elevada para o mês de janeiro desde o 8,2% de janeiro de 2009.
Os dados indicam que a alta em relação a dezembro do ano passado (6,9%) é de 0,7 pontos percentuais, para 2,3 pontos percentuais em relação a janeiro de 2015 (5,3%).
Nos últimos anos, tornaram-se relativamente comuns nos grandes centros urbanos brasileiros casos de profissionais que foram pulando de um emprego para outras, atraídas pelas mais altas condições de trabalho.
Por outro lado, os empresários queixaram-se da alta rotatividade dos trabalhadores oferecendo benefícios para reter funcionários.
Agora que a crise atingiu o mercado de trabalho, muitos brasileiros estão a perder seus empregos e a competição por empregos disponíveis é cada vez mais feroz. As Oportunidades também levam mais tempo a aparecer.
A rápida desaceleração do mercado, contudo, não significa que as boas oportunidades de trabalho no Brasil desapareceram. Alguns setores estão mais resistentes, criando postos de trabalho, embora a um ritmo menos acelerado.
O ambiente econômico tornou-se mais disputado - ou seja, mais difícil para todos. Embora as oportunidades estejam em menor numero ainda assim elas continuam a existir.
Além dos setores que estão relativamente bem também existem as substituições nas empresas que estão de reestruturação. Existe uma demanda por profissionais mais ecléticos e flexíveis, aqueles que podem fazer bem em um contexto de crise.
Abaixo confira uma lista de alguns sectores e áreas que, embora não imune à crise econômica, segundo os consultores, também tem demonstrado alguma resistência na geração de postos de trabalho e oferecer oportunidades para bons profissionais.



1. Tecnologia


Em tempos de crise e desemprego, o sector da tecnologia da informação, mas conhecido como T.I parece não estar sendo afetado no mercado de trabalho: está sobrando vaga e os salários vão até R$ 20 mil. 
Nos últimos meses, as vagas na área aumentaram mais de 50%.

2. Seguro e sector financeiro


"Os profissionais da área financeira são ainda relativamente réus, mas aqueles que podem se mover mais facilmente são aqueles que têm uma compreensão mais ampla do negócio - ou seja, eles sabem não só o que é preciso para diminuir os custos, mas também como expandir as vendas."
O setor de seguros e bancos, em particular, estão resistindo bem à recessão econômica, embora os analistas expressam alguma preocupação com o aumento das taxas nos pagamentos atempados e exposição de alguns grupos de empresas que podem enfrentar dificuldades devido às repercussões da Operação Lava Jato.
Dentro deste sector, há uma crescente demanda por alguns profissionais específicos, tais como o cumprimento da área (que cuida dos controles e regras de transparência), à luz dos recentes escândalos internacionais.


3. Vendas

"O profissional de vendas é quem pode virar o jogo no momento da escassez. Portanto, há uma grande demanda para aqueles que realmente podem trazer resultados nesta área em todos os segmentos de negócio."
"É claro, muitas redes estão diminuindo os seus funcionários. Mas, em geral, as empresas têm um limite para cortar pessoal de vendas ou reduzir contratação, pois isso pode afetar muito os resultados.
"Na área de supermercados, por exemplo, um destaque são os estabelecimentos que fazem vendas no atacado. E se a construção civil está a abrandar as contratações, vemos uma maior resistência das redes que vendem produtos para o lar. Em outras palavras, as pessoas podem estar desistindo de comprar uma nova propriedade, mas em vez disso, muitas estão reformando o antigo.


4. Agronegócio

Segundo as pesquisas do (IBGE), mais de 7.500 vagas foram para trabalhadores do setor de agronegócio desde julho de 2015 até agora. 
A Confederação Nacional da Agricultura afirma que a alta inflação, a queda do PIB e aumento das taxas de juro inibiria as atividades da agricultura brasileira.
Mas o agronegócio ainda deve ter um desempenho melhor do que o resto da economia.
Entre os setores que estão crescendo são a produção de carne e produtos florestais.

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