A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu um homem de 33 anos durante a operação Ágnostos, deflagrada nessa segunda-feira (12/1), no município de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha. Contra ele havia mandado de prisão preventiva, que foi cumprido, além de autuação em flagrante por tráfico de drogas.
Segundo a PCMG, o investigado era monitorado pela Agência de Inteligência Policial por ser apontado como um dos principais traficantes da cidade, além de ser suspeito de aliciamento de adolescente e de manter possível vínculo com facção criminosa.
As investigações avançaram a partir de uma grande apreensão de drogas realizada pela Polícia Militar, em fevereiro do ano passado, no bairro Vista Alegre. Na ocasião, o responsável pelo material não foi localizado. Posteriormente, levantamentos da Polícia Civil indicaram que os entorpecentes pertenciam ao atual investigado.
Com base nas provas reunidas ao longo da apuração, a Polícia Civil representou judicialmente pela prisão preventiva e pela expedição de mandado de busca e apreensão, ambos deferidos pela Justiça.
Para dificultar sua localização, o suspeito utilizava como estratégia fornecer endereços falsos, inclusive o da própria avó, além de mudar-se com frequência. Ele foi localizado em um lava-jato no bairro Aparecida, onde, durante busca pessoal, os policiais apreenderam porções de maconha, haxixe, cocaína e comprimidos de drogas sintéticas.
Na sequência, os investigadores identificaram o endereço atual do homem, no bairro Grajaú, onde foi cumprido o mandado de busca e apreensão. No local, foram recolhidas mais drogas e dinheiro, reforçando os indícios de tráfico.
O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Plantão e, após a conclusão dos procedimentos legais, conduzido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
O nome da operação, Ágnostos, tem origem no grego e significa “desconhecido”, em referência à estratégia adotada pelo investigado para ocultar seus endereços e dificultar a ação policial.
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